Venha participar de um bate papo!

troque experiências com pessoas que sofrem ou que já sofreram com esse mal

Grupo de Suporte a Pessoas que Sofrem com Zumbido (GAPSZ)

O Grupo de Suporte a Pessoas que Sofrem com Zumbido (GAPSZ) foi criado pelas fonoaudiólogas Fernanda Lima e Bruna Resende com o objetivo de promover informações atualizadas e oferecer um “bate-papo” entre profissionais especializados e pessoas portadoras de zumbido.

No GASPZ é possível esclarecer dúvidas, conhecer as formas de tratamento para zumbido e trocar experiências com pessoas que sofrem ou que já sofreram com esse mal.

O GASPZ também convida pessoas que foram submetidas a TRT, e obtiveram resultado eficaz, para falar das etapas do seu tratamento.
Esse grupo já está disponível na cidade do Recife. Para participar basta mandar um e-mail para fernanda@zumbidope.com.br solicitando a sua inclusão no GASPZ.

Dúvidas frequentes - GASPZ

O que é zumbido?
GASPZ:
É a percepção de um som que se origina nos ouvidos ou na cabeça da pessoa, sem a presença de uma fonte externa geradora desse som. O zumbido afeta cerca de 28 milhões de brasileiros, apesar da elevada prevalência, sabe-se que apenas uma pequena parte dos indivíduos acometidos, cerca de 5%, se incomoda com o zumbido. Para estes casos há prejuízos diretos na qualidade de vida (sono, concentração, humor, emoções, audição).
O que causa Zumbido?
GASPZ:
Em aproximadamente de 90% dos casos, o zumbido é resultado de algum tipo de perda de auditiva, podendo uma mesma pessoa ter mais de uma causa. Trata-se de um sintoma, e não de uma doença. Diversas patologias ou desordens estão relacionados a percepção do zumbido tais como: doença de Méniere, acumulo de cera nos ouvidos, exposição prolongada a sons intensos, medicamentos ( antibióticos, antidepressivos, anti-inflamatórios, sedativos), além disso, fatores odontológicos, emocionais ou de coluna vertebral. Desta forma torna-se necessário uma avaliação detalhada para um diagnóstico correto.
Pode ser uma doença grave?
GASPZ:
Alguns exames são necessários para investigar as possíveis causas. Mesmo o zumbido sendo um incômodo para muitas pessoas, na maioria dos casos não costuma haver doença grave ou fatal. O zumbido pode ser provocado por problemas circulatórios, oscilações na pressão arterial, problemas do coração, distúrbios da articulação da mandíbula ou contratura dos músculos do pescoço. Estresse, ansiedade, depressão e pânico também são causas importantes de zumbido. É bastante raro, mas o zumbido também pode ser provocado por um tumor benigno que acomete o nervo do ouvido. Alterações no metabolismo como distúrbios de açúcares, de gorduras (aumento do colesterol ou dos triglicerídeos) ou de hormônios da tireoide no sangue são causas comuns de zumbido e podem ser facilmente resolvidas adotando-se uma dieta adequada ou introduzindo-se o medicamento específico.
Porque quando fico nervoso meu zumbido aumenta?
GASPZ:
Alterações emocionais como: nervosismo, ansiedade, estresse, ou irritabilidade podem aumentar a percepção sobre o zumbido, porem, geralmente quando cessado este período ele tende volta ao que era antes. Além disso, o zumbido também pode estar relacionado a problemas psicológicos ou psicossomáticos. Estudos mostram que a depressão ocorre em até 60% dos pacientes com zumbido crônico, e a ansiedade em até 45%.
Minha alimentação interfere em alguma coisa?
GASPZ:
Sim. Erros na alimentação como jejum prolongado, abusos de café, doces, maracujá, refrigerantes ou álcool são causas comuns de zumbido e podem ser facilmente resolvidas adotando-se uma dieta. Uma dieta adequada pode ajudar a reduzir o zumbido. Evite cafeína, refrigerantes, álcool, nicotina, açúcares, gorduras e sal em excesso. Procure se alimentar a cada 3 horas. Beba muita água, e prefira alimentos frescos e integrais. Exercícios físicos são benéficos é são uma maneira excelente de diminuir o nível de estresse, melhorar o humor, e minimizar os sintomas de depressão e ansiedade.
Devo evitar o silêncio?
GASPZ:
Sim. Deve enriquecer seus ambientes com música suave, neutra e baixa por algum tempo. Pois no silêncio não existe nada para contrastar com o zumbido, por isso, ele se destaca e sua percepção aumenta. Se problema é com o sono, procure descansar e relaxar antes de ir para a cama, ler ou fazer um lanche leve antes de dormir pode ajudar a adormecer.
Que profissional devo procurar?
GASPZ:
É sempre importante procurar ajuda e o ideal é encontrar na sua cidade um especialista nesse assunto, pois, muitas vezes o zumbido é tratado com descaso por alguns profissionais de saúde.
O zumbido causa perda auditiva?
GASPZ:
Não. O caso é exatamente o contrário. O zumbido não causa perda auditiva, em geral o zumbido pode ser uma consequência da perda de audição.
O zumbido tem cura?
GASPZ:
Algumas causas de zumbido são curáveis, outras são controláveis, outras são irreversíveis, e às algumas vezes existem mais de uma causa. Entretanto, mesmo nestes casos o zumbido pode ser amenizado. Quanto mais cedo se procura ajuda, se tem maior possibilidades de sucesso.
Quais os tratamentos?
GASPZ:
Não existe um único tratamento que seja eficaz para todos os tipos de zumbido. Existem muitas abordagens que diminuem e até eliminam o zumbido, porém a eficácia depende da(s) causa(s) do zumbido e da resposta individual ao tratamento . São várias as opções de intervenção, todavia, devem ser personalizadas caso a caso. Alguns pacientes necessitam de uma abordagem multiprofissional. De toda forma, sabe-se que a melhor estratégia é tratar primeiro as causas reversíveis e controláveis. De forma simplificada os tratamentos para o zumbido são: dietas restritivas e fracionadas, medicações, tratamento com o dentista para corrigir problemas na articulação da mandíbula, terapia de habituação do zumbido, etc. Para os casos em que o zumbido incomoda e ou interfere na qualidade de vida a TRT (Tinnitus Retraining Therapy ou Terapia de Habituação do Zumbido) pode ser indicada. Trata-se de um método de tratamento que visa diminuir a percepção do zumbido por meio de dois princípios básicos: aconselhamento terapêutico e enriquecimento sonoro. Segundo estudos esta terapia é eficaz em aproximadamente 90% dos casos.

Fga. Fernanda G. Andrade Lima

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